
A vinda de Jesus não aconteceu isolada da história de Israel. Séculos antes de seu nascimento, a Lei, os Salmos e os Profetas já haviam deixado marcas pelas quais o Messias poderia ser reconhecido: uma janela de tempo, uma linhagem, um lugar, um Servo que sofreria e a antiga imagem de um Cordeiro entregue em favor de outros.
De Daniel à Páscoa, de Isaías ao Salmo 22, essas linhas atravessam as Escrituras até convergirem na vida, morte e ressurreição de Jesus.
Neste estudo, acompanhe passo a passo como a Bíblia constrói essa expectativa e por que João Batista, ao ver Jesus, pôde fazer uma declaração tão extraordinária: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” — João 1:29

A expectativa messiânica não nasce apenas da promessa de um Rei. Ela também está ligada ao problema do pecado e à necessidade de reconciliação entre Deus e a humanidade.
Ao longo das Escrituras, Deus Se revela como Aquele que perdoa, restaura e chama o pecador de volta para Si. Essa verdade prepara o caminho para compreender por que a obra do Messias precisaria envolver mais do que governo: ela também envolveria redenção.

Uma introdução às principais marcas deixadas nas Escrituras: descendência, Judá, casa de Davi, Belém, tempo profético e outras expectativas que antecedem o nascimento do Messias.

A obra do Messias não termina em Sua morte nem se limita ao momento de Sua ressurreição. As Escrituras também apresentam uma dimensão sacerdotal relacionada à mediação, ao santuário e à presença de Deus.
Esse estudo acompanha a linguagem do sacerdócio e do santuário até sua aplicação à obra de Cristo.

As Escrituras não apresentam apenas um Messias que reina. Elas também descrevem sofrimento, rejeição, feridas e morte.
Isaías 53, o Salmo 22 e outras passagens formam um conjunto de textos que permitem compreender a crucificação não como uma interrupção inesperada da missão do Messias, mas como parte daquilo que já havia sido anunciado.
Neste estudo: as principais profecias relacionadas ao sofrimento e à morte do Messias e sua correspondência com a narrativa dos Evangelhos.

Se o Messias sofre e morre, surge uma questão inevitável: como as promessas podem continuar?
As Escrituras apontam para uma resposta que ultrapassa a própria morte. A esperança da ressurreição, o Santo que não permaneceria na corrupção, o Servo que continua depois do sofrimento e o testemunho apostólico convergem na proclamação de que Jesus ressuscitou.
Neste estudo: a ressurreição do Messias, suas raízes nas Escrituras e seu significado para a vitória definitiva sobre a morte.

A ressurreição conduz naturalmente à questão do Reino.
Desde a promessa feita a Davi até as visões de Daniel, as Escrituras falam de um Rei cujo domínio ultrapassaria a duração das monarquias humanas. Seu Reino envolve justiça, autoridade, restauração e, finalmente, a derrota do último inimigo: a morte.
Neste estudo: a promessa davídica, o Filho do Homem, o Reino dado ao Messias, a participação dos santos e a restauração de todas as coisas.

A obra do Messias também está ligada à promessa de uma nova aliança.
Jeremias anunciou uma Lei escrita no coração. Ezequiel falou de um novo coração e do Espírito. Isaías apresentou o Servo que levaria as iniquidades de muitos. Nos Evangelhos, Jesus associa Seu próprio sangue à Nova Aliança.
Neste estudo: o perdão dos pecados, o sangue do Cordeiro, a Lei escrita no coração, a atuação do Espírito e a extensão da promessa às nações.
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